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16 anos depois, acusados de envolvimento na morte do vereador “Luiz do Padre” são condenado pela justiça.

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Luiz Padre foi assassinado no interior de sua residência a tiros de espingarda calibre 12
(Foto: Arquivo pessoal)
Por Henrique Macêdo / Com informações de Paula Avelino

Os acusados de envolvimento na morte do político e agropecuarista Luiz Granjeiro de Luna, o popular “Luiz do Padre”, morto há quase 16 anos a tiros de espingarda calibre 12, foram julgados pelo Tribunal do Júri Popular nesta sexta-feira (15), no Fórum Desembargador Jaime de Alencar Araripe, localizado na Rua Coronel José Leite, no Bairro Araçá, em Aurora. A sessão começou as 09h00h da manhã e se estendeu até as 22h37h. Foram quase 14h de duração.

O julgamento foi bastante aguardado pela população aurorense, visto que o referido crime causou comoção ao município, ganhando ampla repercussão. O momento atraiu bastante populares.

Após mais de uma década do ocorrido, os acusados da prática do crime contra Luiz do Padre – Orlando Pereira da Silva e José Andrade da Silva foram submetidos a julgamento.

Ambos já deveriam ter sido julgados no ano de 2016. Naquela ocasião, o réu João Pereira da Silva foi condenado a dezoito anos e oitomeses de prisão. Em virtude dos pedidos de adiamento do julgamento que foram interpostos por seus advogados e acatado pelo Juiz da Comarca de Aurora, Dr. João Pimentel de Brito, uma nova data foi marcada, que de fato ocorreu nesta sexta-feira (15).

Confira 

Sobre o caso

Luiz do Padre foi morto no dia 17 de junho de 2002, por volta das 22h30 minutos, em sua residência no sítio Taboca de São Miguel, zona rural de Aurora. Sua execução, segundo consta no processo foi motivada por questões ligadas a divergências políticas e outros desentendimentos. Luiz do Padre era influente na política e detinha de um grande prestígio, principalmente na sua região, onde representou por meio de mandato na Câmara Municipal de Aurora como vereador.

Advogado de acusação

Dr. Idemário de Oliveira

Assistentes da defesa do réu José Andrade da Silva

advogados: Dr. Iranildo Alves Feitosa e Dr. Dyego Ribeiro Gonçalves

Assistentes de defesa do réu Orlando Pereira da Silva

Dr. Francisco Oliveira da Nóbrega e Dr. Roberto Johnatham Duarte Pereira.

Representante do Ministério Público

Dr. Luiz Cogan, Promotor de Justiça da Comarca de Aurora.

O julgamento dos réus neste processo foi presidido pelo Dr. João Pimentel de Brito, Juiz Titular da Vara Única da Comarca de Aurora. A sessão foi organizada pela Diretora de Secretaria, Paula Avelino.



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